KANAE

Humildade

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  1. 010 Até os macacos caem das árvores.
  2. 011 Até das mãos hábeis a água escapa.
  3. 015 Jamais esquecer o espírito de principiante.
  4. 017 A rã no fundo do poço ignora o grande oceano.
  5. 029 O falcão hábil esconde as garras.
  6. 030 Quanto mais madura a espiga de arroz, mais ela inclina a cabeça.
  7. 031 Perder é ganhar.
  8. 048 Até quem acha que não tem nenhuma tem sete manias.
  9. 085 O forte que sustenta sob a varanda.
  10. 088 Perguntar é vergonha de um instante; não perguntar, vergonha de uma vida inteira.
  11. 089 Observe a conduta alheia e corrija a sua.
  12. 090 Belisque-se para conhecer a dor dos outros.
  13. 094 Carregada nas costas, a criança mostra o vau.
  14. 104 Uma montanha não é nobre por ser alta.
  15. 115 As flores do vizinho são mais vermelhas.
  16. 116 Saber o que basta.
  17. 117 De pé, meio tatame; deitado, um tatame inteiro.
  18. 125 Depois da vitória, aperte as correias do seu elmo.
  19. 142 Esconder a cabeça deixando o traseiro à mostra.
  20. 180 Em mil pensamentos, um erro.
  21. 199 Pensar pouco em si, pensar fundo no mundo.
  22. 204 Seguir o eco do trovão sem opinião própria.
  23. 207 O desfecho de um duelo depende também da hora.
  24. 212 Trilha na montanha — um não sei quê de tocante: uma violeta.
  25. 221 Uma felicidade bem mediana, convenhamos — meu ano-novo, só meu.
  26. 223 Não bata nela! A mosca junta as mãos, junta as patas.
  27. 240 Puxar a água para o próprio arrozal.
  28. 242 Escrever o elogio da própria pintura.
  29. 255 Gabar o próprio miso.
  30. 261 Vento de primavera nos ouvidos do cavalo.
  31. 288 Mesmo para uma coisa pequena, um guia é desejável.
  32. 293 Na cabana de guarda dos arrozais de outono, de teto de junco ralo demais, minhas mangas se molham de orvalho.
  33. 295 Sem ceder à chuva, sem ceder ao vento.
  34. 296 Uma casa que não deixe entrar a chuva, refeições que tirem a fome: isso basta.
  35. 301 Eu conheço apenas o que basta.